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Viver Positivamente: Introdução ao Slow

Slow living é um estilo de vida. É uma escolha e, acima de tudo, um compromisso. O movimento começou nos anos 80, em Itália, com Carlo Petrini, que protestou contra a abertura de um McDonalds em Roma. A partir daí, nasceu o slow food, que se tornou um movimento mundial. Carl Honoré cunhou a expressão "slow movement" no seu livro, In Praise of Slowness.

Publicado em: fevereiro 01, 2016
Grupo de pessoas deitadas no chão num piquenique


Por: Tonya Papanikolov 

Slow living é um estilo de vida. É uma escolha e, acima de tudo, um compromisso. O movimento começou nos anos 80 em Itália, com Carlo Petrini, que protestou contra a abertura de um McDonalds em Roma. A partir daí, nasceu o slow food, que se tornou um movimento mundial. Carl Honoré cunhou a expressão "slow movement" no seu livro, In Praise of Slowness.

Slow living, slow food - tem a ver com o ritmo com que decidimos trabalhar, tanto a nossa mente como o nosso corpo. Tem a ver com as nossas prioridades e com a reconfiguração da nossa programação ocidental. O "ritmo acelerado da vida" é algo de que gostamos de falar, talvez até de nos queixarmos. Nunca temos tempo suficiente. Sinto frequentemente esta pressão. A maioria de nós sente. A vida torna-se agitada.

Eu leio e falo sobre viver devagar, mas a minha vida está tudo menos devagar neste momento, pelo menos no sentido literal da palavra. Entre noites a trabalhar para a faculdade — trabalhos, testes, exames praticamente todos os dias da semana —, além disso, há o trabalho, projetos freelance, foodbyt e, claro, all mantenho os meus relacionamentos. all nós all as nossas próprias versões dessa vida agitada, com um destaque especial para quem acrescenta «criar uma família» a essa lista. 

A verdade é que gosto que os meus dias sejam cheios e envolvidos, mas apesar deste movimento da vida, a vida lenta e a comida serão sempre um valor para mim. A vida não vai abrandar por si só, mas não é disso que se trata o movimento. Não se trata do ato físico de ser lento ou preguiçoso. Tem a ver com o ritmo da nossa mente. Trata-se de saborear os minutos, sejam eles muitos ou poucos, entre uma coisa e outra. Arranjar tempo para espreguiçar, meditar, respirar, preparar uma comida cuidada, escrever num diário ou sentir sentimentos em vez de os afastar. A lentidão exige dedicação, mas o resultado vale a pena.

Algumas sugestões sobre como começar devagar:

- Cultive os seus próprios rituais matinais ou noturnos - o que for melhor para si. Isto significa tempo para si sem interrupções. Assuma a responsabilidade de dar prioridade a isto, porque mais ninguém o fará.

- Pratique um ato de amor-próprio diário - invista em cuidar de si e em tornar-se consciente de si próprio. As nossas relações com os outros são um reflexo da nossa relação connosco próprios. O amor-próprio pode incluir qualquer coisa, desde ioga, meditação, escrita, um retiro pessoal, 20 minutos a sós por dia, escovar-se a seco antes do duche, olhar-se ao espelho com um sorriso em vez de com um microscópio - há tantas formas de mostrar compaixão por nós próprios

- Alimentação cuidada - se tiver sorte, invista em conhecer quem produz os seus alimentos. Faça compras em mercados de agricultores (sim, mesmo no inverno!), compre alimentos locais, compre produtos biológicos, plante uma horta caseira, ensine os seus filhos sobre a origem dos alimentos e a sua importância.

Há tanta beleza que é exposta quando abrandamos, não a um ritmo de caracol, mas ao ritmo certo, onde podemos ver a plenitude da vida.

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